Manual de marca

Identidade visual v5

A sabedoria do novo tempo

A Cyber Guru traduz a nova condição humana em um mundo onde identidade, memória, vínculos e reputação já habitam também o ambiente digital.

Pessoa observando a cidade com smartphone e camadas translúcidas de memória, identidade e vínculos digitais Cyber Guru

Humana antes de tecnológica.

A estética deve parecer editorial, institucional e consciente: clara para orientar, profunda para sustentar uma tese.

01 - Fundamentos

O humano é o protagonista.

A Cyber Guru não fala sobre tecnologia como fim. A marca interpreta a relação entre ser humano, direito, cultura e tecnologia em uma realidade onde existir já não é exclusivamente físico.

01

Mensageiro

Leva ao debate público uma tese que nomeia a vida híbrida entre corpo e ambiente digital.

02

Intérprete

Traduz fenômenos complexos em linguagem acessível, sem reduzir a densidade intelectual.

03

Guia

Ajuda pessoas, imprensa, academia e instituições a compreenderem uma nova dimensão humana.

04

Observador

Analisa padrões sociais, comportamentais e jurídicos antes de vender respostas prontas.

02 - Conceito central

Duas almas. Um só ser.

A marca parte da leitura de que o ser humano desenvolveu uma segunda existência: presente no smartphone, nas redes sociais, nos dados, nos algoritmos e no cyberespaço.

Você não apenas usa o digital. Você existe nele.

O digital deixou de ser uma ferramenta que visitamos e se tornou uma dimensão da existência humana. A Cyber Guru existe para tornar essa mudança compreensível, visível e discutível.

Dados Redes Memória Reputação

Arquétipo principal: O Sábio

Busca conhecimento, interpreta padrões, traduz fenômenos complexos e compartilha entendimento.

Arquétipo secundário: O Explorador

Investiga territórios desconhecidos, questiona o status quo e abre novos caminhos de leitura.

Arquétipo de apoio: O Guardião

Protege direitos, identidade e liberdade sem recorrer ao medo ou à estética de ameaça digital.

03 - Logotipo

Assinatura oficial da Cyber Guru.

O logotipo tem desenho proprietário, presença forte e leitura institucional. No MIV, ele deve funcionar como ativo de reconhecimento, não como elemento decorativo repetido sem necessidade.

Logotipo principal da Cyber Guru

Versão principal

Uso preferencial em fundos claros, capas, abertura de apresentações, materiais institucionais e peças nas quais a marca precisa aparecer com máxima nitidez.

Logotipo Cyber Guru azul

Azul

Aplicação de marca em fundos brancos ou muito claros.

Logotipo Cyber Guru branco

Branco

Uso sobre fundos escuros, azuis institucionais ou imagens com contraste suficiente.

Logotipo Cyber Guru cinza

Cinza

Versão de apoio para aplicações discretas, documentação interna e composições de baixa saturação.

Logotipo Cyber Guru preto

Preto

Alternativa monocromática para materiais técnicos, impressão simples e restrições de cor.

04 - Paleta cromática

Clareza, profundidade e espaço.

O branco deve ser predominante. O azul identifica a marca sem cair no repertório genérico de tecnologia. Os cinzas organizam a leitura e preservam o tom reflexivo.

Cyber BluePrimária
#1A73E8RGB 26 / 115 / 232
Deep BlueSecundária
#0B3D91RGB 11 / 61 / 145
WhitePredominante
#FFFFFFRGB 255 / 255 / 255
Gray 100Fundos suaves
#F7F9FCRGB 247 / 249 / 252
Gray 200Bordas
#E8EDF5RGB 232 / 237 / 245
Gray 700Texto de apoio
#53637ARGB 83 / 99 / 122

Hierarquia cromática institucional

60% branco
25% Cyber Blue
10% Deep Blue
5% cinzas

Gradientes oficiais

Gradiente Principal Conhecimento para profundidade
Gradiente Institucional Capas, apresentações e hero sections

05 - Tipografia

Raleway como voz editorial.

A fonte equilibra elegância, presença contemporânea e humanidade. A marca deve parecer mais próxima de uma publicação de pensamento do que de um produto de software.

Existência digital

H1 Novo tempo 900 / 86%
H2 A nova condição humana 900 / 92%
H3 Consciência, dados e tempo 900 / 112%
Corpo A tecnologia não é o protagonista. O protagonista é o humano. 600 / 168%
Etiqueta Manual de marca 900 / 100%

06 - Sistema visual

Quatro territórios de expressão.

O repertório visual deve evitar códigos óbvios de infraestrutura, segurança e hacker. A marca precisa comunicar consciência, identidade, existência, direitos digitais, comportamento humano e futuro.

Perfil humano com ondas luminosas representando consciência expandida

Consciência

Imagens com camadas, profundidade e atmosfera reflexiva para representar a mente humana expandida.

Pessoa caminhando com rastros translúcidos que materializam presença física e digital

Existência

Pessoas, silhuetas e dispositivos devem aparecer como extensão de presença, não como produto tecnológico.

Mãos organizando registros impressos com pontos e conexões azuis sobrepostos

Dados

Memórias, registros e vínculos sobrepostos ao corpo para mostrar que toda ação deixa vestígios.

Pessoa caminhando por corredor claro com linha do tempo translúcida de memórias digitais

Tempo

Cenas contínuas, arquivos visuais e rastros de jornada para materializar o novo tempo anunciado pelo manifesto.

Ícones devem representar conceitos

  • Linhas neurais para consciência.
  • Perfil humano para identidade.
  • Camadas sobrepostas para existência.
  • Escudo e balança moderna para direitos e ética.

Ícones não devem reduzir a marca a TI

  • ×Firewall, servidor, cloud e infraestrutura.
  • ×Cadeado genérico, código verde ou estética de invasão.
  • ×Datacenters, cabos, racks e telas com ameaça visual.
  • ×Pessoas digitando em notebook como imagem principal.

07 - Aplicações

Humano, editorial e institucional.

Cada aplicação deve responder a uma pergunta: isto parece apenas uma empresa de tecnologia ou um movimento que ajuda a humanidade a compreender sua nova existência digital?

Landing pages

70% branco, 20% azul principal e 10% cinzas. Presença humana e dispositivo como extensão de corpo e consciência.

Social media

50% branco, 35% azul principal, 10% azul escuro e 5% cinzas. Frases fortes com ritmo editorial.

Apresentações

65% branco, 25% azul principal e 10% cinzas. Densidade controlada, evidência clara e hierarquia firme.

Tom verbal

A marca fala como pesquisador, filósofo, jurista e observador. Nunca como vendedor, técnico de informática ou consultor de software.

Direção fotográfica

Priorizar pessoas refletindo, interações humanas, uso cotidiano da tecnologia, relações digitais, retratos editoriais e ambientes contemporâneos.